datas SEMANA ESFARRAPADA
O humor político nunca teve um
campo de engorda com pasto tão alto.

Ninguém lamentará mais do que os nossos chargistas , o fim do (des)governo Yeda, ainda que algumas línguas maldosas digam que ele nunca começou.
Apesar de não entrar em suas guaiacas um mísero tostão, por conta das charges que elaboram, nunca fazer rir das lambanças de um político foi coisa tão macanuda. Um dia sim e outro também, Dona Yeda brinda-os com uma penca de estrupícios para seus chistes. E com fartura tal, que nem o contador mais conhecedor dos causos já contados e ainda por contar, seria capaz de matutar.
Tudo começou com aquele causo das pantalhas e do churrasquinho de mãe, que deixou alvorotada a gauchada. Pois onde já se viu macho que é macho se pilchar de abajur? E falar daquele jeito da mãe dos outros?! Daí pra frente a carreta desandou lomba abaixo, de tal modo que atravessou na frente dos bois. Começou a lambança: alguém meteu a mão nas guaiacas da repartição que cuida dos registros dos autos, dos de praça até os de carga. Esse bochicho está dando o que falar até hoje, tudo porque o alarife que meteu a mão não quis dividir o dinheiro com o resto dos calaveras. Depois, se aquerenciaram por aqui aquelas firmas que fazem papel e cismaram de plantar o tal do eucalipto bem em cima do pampa. Teve também aquele causo do filho enjeitado, dum tal de Japonês. E aquele outro do palácio que tem fantasma e ninho de cobra. Mais aquele que...é tanto do causo que até se perde a conta.
A coisa está tão mal parada que deixou o velho Rio Grande esgualepado como estância de viúva. Só o que vingou (e conseguiu se vingar!) foi o humor político que nunca teve um campo de engorda com pasto tão alto.
Apesar de não entrar em suas guaiacas um mísero tostão, por conta das charges que elaboram, nunca fazer rir das lambanças de um político foi coisa tão macanuda. Um dia sim e outro também, Dona Yeda brinda-os com uma penca de estrupícios para seus chistes. E com fartura tal, que nem o contador mais conhecedor dos causos já contados e ainda por contar, seria capaz de matutar.
Tudo começou com aquele causo das pantalhas e do churrasquinho de mãe, que deixou alvorotada a gauchada. Pois onde já se viu macho que é macho se pilchar de abajur? E falar daquele jeito da mãe dos outros?! Daí pra frente a carreta desandou lomba abaixo, de tal modo que atravessou na frente dos bois. Começou a lambança: alguém meteu a mão nas guaiacas da repartição que cuida dos registros dos autos, dos de praça até os de carga. Esse bochicho está dando o que falar até hoje, tudo porque o alarife que meteu a mão não quis dividir o dinheiro com o resto dos calaveras. Depois, se aquerenciaram por aqui aquelas firmas que fazem papel e cismaram de plantar o tal do eucalipto bem em cima do pampa. Teve também aquele causo do filho enjeitado, dum tal de Japonês. E aquele outro do palácio que tem fantasma e ninho de cobra. Mais aquele que...é tanto do causo que até se perde a conta.
A coisa está tão mal parada que deixou o velho Rio Grande esgualepado como estância de viúva. Só o que vingou (e conseguiu se vingar!) foi o humor político que nunca teve um campo de engorda com pasto tão alto.
BIER:







EUGÊNIO NEVES:




HALS:


KAYSER:



KOOSTELLA:

MOA:

SANTIAGO:



SIMCH:




























